Mostrando postagens com marcador Alimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alimento. Mostrar todas as postagens

sábado, 5 de outubro de 2013

"Cuidado com o que coloca no prato, peixes estão mutantes e radioativos", diz Cousteau






Imagem: UOL

Jean Michel Cousteau, 75 anos, seguiu os passos do pai e é oceanógrafo e ambientalista. E, para quem acha que a proteção dos oceanos é uma questão distante, ele faz um alerta: "Usamos os oceanos como lixo, a poluição e contaminação se acumulam, afetam toda a cadeia alimentar e chegam a seu prato". Segundo Cousteau, em suas incursões pelos mares, já encontrou muitos peixes mutantes, caranguejos sem as características pinças e outros animais afetados pela contaminação humana.

"As pessoas têm que entender que só temos uma fonte de água. Meu pai tinha o sonho de ir ao nordeste do pacífico, um lugar no meio do nada entre os EUA e o Japão, sem contato nenhum com o homem. Mas percebemos que toneladas de peixes vinham de vários países, e o que encontramos lá? Milhares de produtos químicos, que estão na pílula que você toma para dor de cabeça, vão para os oceanos e vimos que eles têm consequências graves. Não só nos oceanos, mas também na água doce. E estamos colocando isso no nosso prato", destacou no Fórum Mundial de Meio Ambiente, em Foz do Iguaçu.
O oceanógrafo também lembrou que traços de radiação da usina de Fukushima no Japão foram encontrados em atuns na costa da Califórnia, nos EUA. "Os japoneses não comunicam direito os alcances do vazamento porque não querem assustar as pessoas, mas assim as pessoas não sabem as consequência da catástrofe", afirma.
Cousteau ressalta que as informações oficiais são de que a contaminação foi pequena, mas a radiação é absorvida por algas, que são comidas por peixes pequenos, que são alimento para peixes maiores e assim por diante. "O atum é o peixe mais rápido do oceano, nada a 64 km/h. Ele nada por todo o pacífico e a radiação vai se acumulando até que ela possa afetar as pessoas".
O vazamento de óleo também é lembrado pelo pesquisador como um fator de grande impacto na vida marinha. "40% da pesca dos EUA vêm do Golfo do México, por isso a contaminação da BP foi tão preocupante". Ele lembra ainda que as orcas, sua criatura favorita nos oceanos, estão com a população em perigo porque o petróleo atrapalha sua reprodução.
Já as focas comem muito plástico que está nos mares, porque confundem com alimento. "Foi encontrada uma foca com 3,5 kg de plástico na barriga. Pássaros que vem do hemisfério sul para por ovos também encontram muito entulho. Temos que parar de usar os oceanos como lixo", conta.


Lilian Ferreira

UOL

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Máquina traz show ao vivo em troca de garrafas vazias

Via GUIDOBLOG

Em tempos em que responsabilidade social é um assunto em alta, a marca de cerveja Astra fez uma ação para alegrar as pessoas e ao mesmo tempo manter as ruas de Hamburgo, na Alemanha, limpas. A marca instalou uma máquina,a The Astra Bottletheatre e, ao depositar uma garrafa vazia, a pessoa ganhava um show ao vivo.



Através da máquina é possível aplaudir, deixar gorjetas e apertar um botão de Like semelhante ao do Facebook.



maquina faz shows2


domingo, 18 de agosto de 2013

Owens-Illinois desenvolve linha de garrafas sustentáveis para microcervejarias







Com catálogo específico O-I investe no mercado de cervejas artesanais com garrafas dedicadas ao perfil do negócio nacional


Como ocorre com o vinho e os espumantes, a tendência no mercado de bebidas são as cervejas Premium. Impulsionada pelo refino no gosto do consumidor, as microcervejarias conquistam a cada dia mais apreciadores de suas cervejas artesanais e especiais, conhecidas por serem produzidas com matéria-prima de qualidade e ingredientes únicos.

Alinhado à mesma tendência de sofisticação e indulgência das cervejas Premium, que já possuem uma fatia de consumo de 6%, o mercado de cervejas artesanais, desperta interesse tanto dos pequenos e médios empreendedores, quanto das grandes cervejarias, que já mostram crescimento nesse segmento de quase 13% ao ano. Apesar de ainda ter uma baixa representatividade no volume de vendas, segundo as expectativas da Associação Brasileira de Bebidas (ABRABE) é de que a participação das cervejas artesanais ainda atinja a marca de 2% dentro da produção nacional do setor, o que equivaleria, nos volumes atuais de 2012 medidos pelo Sicobe, algo em torno de 275 milhões de litros por ano.

De olho nesse mercado, que atualmente conta com mais de 200 microcervejarias, a Owens-Illinois, parceira das marcas líderes no setor de bebidas, desenvolveu um catálogo exclusivo com garrafas que atende às demandas dos produtores microcervejeiros. No total, são oferecidas seis opções de embalagens no portfólio da empresa com diferentes tamanhos e capacidades e que têm como vantagem uma ampla área de rotulagem, permitindo ao produtor cervejeiro estampar a singularidade de sua marca.

O destaque desse catálogo fica a cargo das garrafas Cerveja ECO 330 e Cerveja ECO 600. Essas embalagens são significativamente mais leves, pensado 185 e 300 gramas respectivamente, e são produzidas sob o conceito sustentável da linha Leve+Verde da Owens-Illinois. As embalagens da linha são de 18 a 25% mais leves em comparação com outras do mesmo formato e produzidas a partir da mesma matéria-prima, além de promover uma economia de 20% no consumo de energia e menos emissão de CO² na atmosfera em sua produção e transporte.

“A O-I atende no Brasil as principais cervejarias de grande porte, mas também quer acompanhar de perto e ser parceira no crescimento do mercado das microcervejarias, mercado em que temos grande expertise, conquistada através do atendimento de clientes com esse perfil em outras regiões do mundo”, explica Luiz Magalhães, diretor de marketing e vendas da Owens-Illinois Brasil.

Além da família de garrafas para cervejas artesanais, a Owens-Illinois também desenvolve projetos personalizados, que oferece ainda mais exclusividade e reforça a singularidade dos produtos comercializados pelas microcervejarias.



Sobre a Owens-Illinois

A Owens-Illinois, Inc. (NYSE: OI) é a maior fabricante de embalagens de vidro do mundo e a parceira preferida de marcas líderes de produtos alimentícios e bebidas. Com uma receita de US$ 7 bilhões em 2012, a empresa sediada em Perrysburg/ Ohio, EUA, emprega aproximadamente 22.500 pessoas em 79 fábricas distribuídas por 21 países. A O-I oferece soluções de embalagem de vidro seguras, eficazes e sustentáveis a um mercado global crescente. O movimento Vidro é Vida foi idealizado pela O-I para levar a mensagem dos benefícios das embalagens de vidro aos principais mercados consumidores ao redor do globo. Para mais informações, acesse www.o-i.com ou www.glassislife.com.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Chip da água dessaliniza água do mar a conta-gotas


Redação do Site Inovação Tecnológica




O primeiro protótipo do chip dessalinizador, que ainda tem um rendimento baixo, mas demonstra a viabilidade de uma tecnologia promissora. [Imagem: Okeanos Technologies]


A dessalinização da água do mar poderia resolver muitos problemas humanos e ambientais.

Infelizmente, os processos disponíveis hoje, incluindo a osmose reversa, são caros e exigem grande quantidade de energia, que nem sempre está disponível onde a dessalinização é mais necessária.

Kyle Knust, da Universidade do Texas, teve uma ideia que parece estranha quando se tem em vista que os problemas de falta d'água só poderão ser resolvidos com grandes volumes de água doce.

Knust propôs fazer a dessalinização gota por gota - e não apenas uma gota do tipo daquelas que pingam das torneiras mal fechadas, mas uma gota contendo 40 nanolitros, mais ou menos do tamanho de um pingo de tinta disparado pelo jato de uma impressora.

Chip de dessalinização

A ideia é usar a tecnologia microfluídica, a mesma usada para a criação de biochips emicrolaboratórios de análises clínicas.

Realizar o processo em microescala elimina a necessidade de uma membrana para separar o sal da água - a membrana é de longe o elemento mais problemático da osmose reversa, sendo cara e exigindo manutenção constante.

Para isso, a água do mar é pressionada pelos microcanais de um chip repleto de microcanais ramificados - duas pilhas são suficientes para fornecer a energia necessária para o bombeamento.

Quando a água encontra a encruzilhada de cada canal, ela entra em contato com um eletrodo que neutraliza uma parte dos íons cloreto - o sal marinho - criando uma "zona de sangria de íons", um aumento no campo elétrico local em comparação com o resto do canal.



O eletrodo na junção cria uma "zona de sangria de íons", levando a salmoura (brine) para um lado e a água dessalinizada para o outro. [Imagem: Kyle Knust]

Essa alteração é suficiente para direcionar os sais para um dos lados da encruzilhada, enquanto a água sem o sal vai pelo outro, "jorrando" a 40 nanolitros por minuto - como cada canal é microscópico, é necessário levar em consideração milhões deles "jorrando" ao mesmo tempo.

Nanoeficiência

O conceito é interessante e certamente merecerá novos estudos, uma vez que pode permitir a construção de equipamentos de dessalinização compactos, de baixo custo e com baixo consumo de energia.

A grande deficiência do protótipo é o seu baixo rendimento, alcançando uma dessalinização de apenas 25%, quando o ideal é 99%.

"A técnica sem membrana que desenvolvemos ainda precisa ser aperfeiçoada e escalonada, mas se pudermos fazer isso, então, no futuro, será possível fornecer água doce em grande escala utilizando um sistema simples, até mesmo portátil," reconhece o professor Robert Welch, orientador do trabalho.

E ele parece mesmo acreditar nisso, já tendo-se unido a seus alunos e colegas para lançar uma empresa para tentar comercializar a tecnologia.
Bibliografia:
Electrochemically Mediated Seawater Desalination
Kyle N. Knust, Dzmitry Hlushkou, Robbyn K. Anand, Ulrich Tallarek
Angewandte Chemie
Vol.: Article first published online
DOI: 10.1002/anie.201302577

quinta-feira, 11 de julho de 2013

All Light Gourmet lança kit de inverno com sopas e pratos de inspiração francesa





Marca que oferece delivery de marmitinhas leves ajuda a manter a forma no frio, com congeladossaudáveis

Para a época de temperaturas mais baixas, quando o desejo é de comer mais, a All Light Gourmet lança um kit de outono e inverno, com quatro pratos e quatro sopas congeladas (R$ 160,00), feitos com a mesma qualidade de ingredientes das marmitinhas diárias e sem conservantes. As receitas da estação foram inspiradas em pratos franceses, como o Boeuf bourguignon com batatinhas douradas e o Coq au vin com batata-doce assada com ervas de Provence, que na versão light tem 382 calorias. Já as sopas podem ser de Risone com carne e legumes, Abóbora, Cebola ou Canja. A partir dos sabores de pratos e sopas congeladas, o cliente escolhe a combinação que preferir.

Outra opção ainda é o Festival de sopas (R$ 90), com seis unidades, entregue na segunda-feira para ser consumido durante a semana. As embalagens permitem o aquecimento no microondas e podem vir acompanhadas de uma porção de pãozinho (R$ 12, a porção com seis unidade), feitos na própria cozinha da marca - os sabores variam entre integral, grão de bico ou integral recheado com peito de peru. As sopas podem ser de Batata-roxa, Couve-flor com palmito, Cebola, Ervilha com alho- poró, Cogumelos, Legumes ou Canja.



Sobre a All Light Gourmet

A All Light Gourmet é um serviço de consultoria em alimentação saudável criado pela publicitária Cacau Melo, que oferece um menu completo - com delivery diário, onde o cliente estiver - para ajudar quem procura economizar em tempo e calorias, mas sem perder em saúde e sabor. Os pratos criados pela chef Caro Gall são feitos no mesmo dia, para que o sabor e os nutrientes dos alimentos sejam mantidos, e chegam fresquinhos aos clientes em charmosas sacolinhas e embalagens práticas e com design.

O programa pode ter o tempo desejado pelo cliente e o menu é elaborado a partir de um questionário no qual ele aponta suas restrições, preferências ou algum objetivo específico (perder peso, controlar a ingestão de açúcar, etc).

Além das marmitas frescas, a marca vende também pratos congelados, com a mesma qualidade de ingredientes e sem conservantes, em todas as lojas do St. Marche e do Empório Santa Maria, e em algumas unidades do Pão de Açúcar.

SERVIÇO:

All Light Gourmet
(11) 3045- 1320/ 3045-2957
www.alllight.com.br
Siga @alllightgourmet
Facebook: All Light Gourmet
Instagram: alllightgourmet

sexta-feira, 21 de junho de 2013




A Sociedade Brasileira de Gastronomia e Nutrição - SBGAN realiza o 5º Encontro de Gastronomia Saudável com profissionais do setor, durante a 29ª da Fispal Food Service - Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Alimentação Fora do Lar, que acontece de 25 a 28 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo. O encontro será no dia 27, no auditório Santana 1, das 9h às 13h. Poderão participar nutricionistas, gestores da área de alimentação e food service, chefs de cozinha, estudantes de nutrição, gastronomia, hotelaria e o público em geral.



Confira abaixo a programação:

9h00 - entrega de material e welcome coffee

9h30 - Abertura do 5º. Encontro SBGAN de Gastronomia Saudável

Maria Lucia Tafuri Garcia - Presidente SBGAN

Moderador - Marco Amatti

9h45 - Palestra: Gestão de Custos - caminhos para o sucesso do restaurante
Marcelo Traldi Fonseca

10h45 - Palestra: Gestão de pessoas - como fazer da equipe uma ferramenta para otimização do negócio restaurante
Paula Metelo

11h45 - Palestra: Cardápios e custos de alimentos
Camila Prado 

12h45 - Perguntas e encerramento

13h00 - Visita a Fispal

Considerada a maior feira do setor na América Latina, em 2013 a Fispal Food Service acontecerá simultaneamente à TecnoSorvetes - Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria de Sorveteria Profissional, à Fispal Café - Feira de Negócios para o Setor Cafeeiro, ao Sial Brazil - Salão Internacional de Alimentação para a América Latina, e à Fispal Tecnologia - Feira Internacional de Embalagens, Processos e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas, todos sob a gestão da BTS Informa Group. "Durante os quatro dias de evento conseguiremos destacar a ascensão deste mercado, com as soluções e novidades em produtos e serviços que serão apresentados por marcas nacionais e internacionais", diz Clélia Iwaki, Group Director da BTS Informa.

Serviço

Fispal Food Service

29ª Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Alimentação Fora do Lar

Data: 25 a 28 de junho

Horário: das 13h às 21h

Local: Expo Center Norte - São Paulo

www.fispalfoodservice.com.br




Cooper lança leite em embalagem de vidro da Owens-Illinois


Produto inédito no mercado evoca a memória afetiva do consumidor e será inicialmente comercializado na Grande São Paulo e região do Vale do Paraíba.

Para resgatar a forma clássica de consumir o leite, a Cooper - empresa líder de mercado de leite pasteurizado em 31 municípios no Estado de São Paulo -, em parceria com a Owens-Illinois, maior produtora de embalagens de vidro do mundo, apresenta o Leite Cooper Premium em embalagem de vidro de 1 litro – um produto inovador e ainda inédito no mercado nacional para essa categoria, já que possui um sistema de fechamento a vácuo.

O consumo do leite vem crescendo ano a ano, segundo pesquisa da Associação Brasileira dos Produtores de Leite. Só em 2012 foram consumidos 177 litros do produto e seus derivados por pessoa, o que representa um crescimento de 2,3% no período. As previsões da instituição para 2013 também são positivas, serão 181 litros de consumo de leite per capita, com número de produção estimado em 34 bilhões de litros, sendo que, destes, 24 bilhões serão industrializados.

Para atender a essa demanda de mercado e se destacar entre os produtores leiteiros, a Cooper uniu-se à O-I no desenvolvimento de um produto que passou por diversas pesquisas junto aos consumidores. Nessas pesquisas foi analisada a receptividade do consumidor ao leite em embalagem de vidro. Quando questionados sobre os atributos sabor, qualidade, confiança, frescor e pureza, a totalidade dos entrevistados avaliaram esses aspectos como “superiores” quando o produto é envasado em vidro.

O Leite Cooper Premium é pasteurizado e embalado a vácuo, processo que reduz os micro-organismos presentes no leite, mas mantém suas propriedades organolépticas normais (aquelas que podem ser percebidas pelos consumidores, como a cor, o sabor, a textura e o odor do leite). Por esta razão, o produto deve ser mantido resfriado, entre 2ºC e 5ºC, para sua melhor conservação, e consumido em até cinco dias após a fabricação.

Além disso, o exclusivo sistema de fechamento em rosca do Leite Cooper Premium traz praticidade, pois oferece a possibilidade de fechar a embalagem várias vezes após aberta, não sendo necessário o consumo de todo o leite de uma só vez. O design da garrafa também foi desenvolvido para favorecer a praticidade do dia a dia. A silhueta anatômica e o anel de vidro embaixo da tampa favorecem a firmeza ao pegar a embalagem e evita que ela escorregue.

“Como resultado das pesquisas realizadas pela O-I, constatou-se que o consumidor está mais disposto a adquirir produtos em vidro por diversas razões. No caso do leite, muitos destacaram a memória afetiva que os remetem aos ‘Anos Dourados’, quando o produto era envasado em vidro. Além disso, os testes comprovam que o leite em vidro convida à experimentação, pois a transparência da embalagem demonstra a sua qualidade e o diferencial, e ainda por se tratar de vidro denota um consumo consciente, já que é um material 100% reciclável”, acredita Luiz Magalhães, diretor de Marketing e Vendas da O-I Brasil.

Inicialmente o Leite Cooper Premium será comercializado nos supermercados, padarias, bares e cozinhas industriais dos 22 municípios do Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira, Grande São Paulo e Sul de Minas atendidos pela empresa. Além da distribuição para os pontos de venda, a Cooper conta ainda com o Serviço Domiciliar Cooper (SDC), que atualmente atende diariamente 12 mil famílias nos municípios de São José dos Campos, Caçapava, Jacareí e Caraguatatuba.


http://cooper.com.br/

Embrapa lança a publicação “Receitas Biofortificadas”, dia 25/6



Na terça-feira (25/6), às 15h, no Centro Aberto de Mídia, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lança a publicação “Receitas Biofortificadas”. Participam do evento Angela Furtado, chefe da Embrapa Agroindústria de Alimentos, e Marília Nutti, coordenadora do projeto BioFORT.
A publicação traz mais de 30 receitas, todas feitas com alimentos biofortificados. Da batata-doce alaranjada, rica em betacaroteno, por exemplo, é possível fazer torta, doce, salada, bolo, biscoito, pão, pizza, purê e outros pratos. Ela faz parte do projeto BioFORT, responsável pela biofortificação de alimentos no Brasil, que busca o desenvolvimento de cultivares com altos teores de ferro, zinco e vitamina A de produtos de consumo popular: arroz, feijão, feijão-caupi, batata-doce, mandioca, abóbora, trigo e milho. Um dos principais objetivos é incorporar estes alimentos na merenda escolar.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Novo Citrus inova com geleias com Calda de Agave





Produto é extraído da planta Agave Azul Tequilana, que possui baixo índice glicêmico e pouco valor calórico


Na Bio Brazil Fair | BioFach América Latina 2013, a Novo Citrus apresentará as geleias adoçadas com Calda de Agave, compostas por alto teor de frutas orgânicas e pectina de frutas cítricas. Sem corantes, aromatizantes e conservantes, o produto também não contém glúten. 

Inicialmente serão lançadas seis versões: uva, amora, tangerina, goiaba, figo e maçã - sabores que os visitantes da feira terão a oportunidade de degustar à vontade.

A Calda de Agave, extraída da planta Agave Azul Tequilana, possui baixo índice glicêmico e baixo valor calórico. Contém Inulina, um prebiótico promotor da saúde da flora gastrintestinal e rico em minerais como ferro, cálcio, potássio e magnésio. 

Segundo o diretor Comercial da empresa, Willian Rada da Rocha, a feira é sinônimo de bons negócios. “A Novo Citrus participou de todas as edições e sempre obteve bons resultados, tanto no contato direto com consumidores como na abertura de novas parcerias com compradores, lojistas e fornecedores, entre outros”.


Fonte: Primeira Página

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Econatura lança farinha de uva como opção para pães, bolos e biscoitos


Feita com as sementes descartadas, a farinha não é benéfica somente à saúde do consumidor, mas também ao meio-ambiente



A farinha de uva orgânica é o grande lançamento da empresa gaúcha Econatura para 2013. Feita com as sementes das uvas que são utilizadas para a produção do suco, a farinha se destaca por suas múltiplas funcionalidades, uma vez que é benéfica não só à saúde, mas também ao meio ambiente.

Rica em fibras e antioxidantes, a farinha de uva pode substituir outros farináceos na preparação de bolos, pães, tortas, biscoitos, entre outros. Sua produção segue todas as normas orgânicas, além de ter um viés sustentável, já que as sementes antes despejadas, gerando impacto ambiental, agora viram farinha e até óleo para fins cosméticos e alimentícios.

O lançamento do produto está marcado para a Bio Brazil Fair | BioFach América Latina – Feira Internacional de Alimentação Saudável, Produtos Naturais e Saúde, que acontece entre os dias 27 e 30 de Junho, na Bienal do Ibirapuera, em São Paulo. Durante o evento, a empresa vai oferecer degustação de biscoitos feitos com a farinha, bem como o seu suco e vinagre de uva orgânicos.

Sobre a Bio Brazil Fair | BioFach América Latina
Maior feira de negócios, aberta também ao consumidor final, no Brasil, a Bio Brazil Fair | BioFach – Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia representa um mercado que está em franco crescimento. Em sua sétima edição, a feira tornou-se a principal referência no País em produtos orgânicos.

A grande novidade deste ano é a parceria com a NürnbergMesse, promotora alemã da BioFach, maior evento de orgânicos do mundo, com edições na Alemanha, Índia, China, Japão e Estados Unidos. Com a união, a Bio Brazil Fair | BioFach América Latina passa a integrar o calendário internacional de feiras dedicadas aos orgânicos e amplia as oportunidades de negócios de seus expositores com compradores do mundo todo.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Ministério da Saúde lança guia alimentar para crianças abaixo de dois anos


Via Parque Burle Marx


Uma boa alimentação é sinônimo de vida saudável, e foi pensando nisso, que o Ministério da Saúde lançou o Guia alimentar para crianças menores de dois anos - "Dez passos para uma alimentação saudável". A partir daí, é possível entender de que forma devemos começar a dar outros alimentos ao bebê, além do leite materno. No Guia o Ministério da Saúde esclarece que precisamos evitar oferecer alguns produtos, pelo menos, até os 2 anos de idade. Entre eles, estão descritos o açúcar, os refrigerantes e os salgadinhos. Atenção Mamães! Segue anexo o link para download!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Crianças e adolescentes brasileiros ingerem por ano 26 kg de açúcar em bebidas





Foto: Banco de Imagens da USP



As crianças e os adolescentes brasileiros estão trocando o consumo de água e leite por bebidas açucaradas, como refrigerantes e sucos industrializados ou em pó – o que têm aumentado consideravelmente os casos de obesidade infantil, além dos riscos para o desenvolvimento de doenças antes observadas em adultos, como diabete tipo 2 e hipertensão. A constatação – que reforça a necessidade de mudanças de hábitos alimentares – está no primeiro estudo epidemiológico brasileiro que avaliou o consumo de bebidas entre crianças e adolescentes de 3 a 17 anos em cinco capitais: São Paulo, Rio, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife. Matéria da AE – Agência Estado, com informações complementares do EcoDebate.

A pesquisa [Fluid intake patterns: an epidemiological study among children and adolescents in Brazil], desenvolvida por pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública da USP, da Faculdade de Medicina do ABC e do Instituto da Criança do HC, foi publicada no BMC Public Health.

O Ministério da Saúde considera a obesidade infantil uma epidemia. Os dados mais recentes (referentes a 2009) indicam que uma em cada três crianças brasileiras entre 5 e 9 anos está acima do peso ou obesa.

Os resultados da pesquisa são alarmantes. Mostram que, além de o leite e a água praticamente desaparecerem da dieta dos jovens, na média geral, as crianças e os adolescentes consomem cerca de 21 quilos de açúcar por ano só considerando as bebidas. A pesquisa indica, por exemplo, que um adolescente de 11 a 17 anos ingere cerca de 26 quilos de açúcar por ano com as bebidas – quase 45% a mais do que ele poderia consumir no período (18 quilos), considerando o açúcar presente em todo tipo de alimento, não apenas nas bebidas.

“Estamos vivendo um fenômeno universal de aumento dos casos de sobrepeso e obesidade infantil. No Brasil, isso vem se acentuando nos últimos 20 anos, especialmente em decorrência da maior oferta de alimentos e das melhores condições econômicas das famílias”, diz Cláudio Leone, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP e um dos autores do estudo.

Segundo o professor, muitas famílias substituem o refrigerante por sucos industrializados por considerarem mais saudável, sem ter ideia de que esse tipo de produto muitas vezes tem tanto açúcar ou mais do que uma latinha de refrigerante. “As mães acham que o fato de ter uma fruta estampada na embalagem significa que é saudável”, diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fluid intake patterns: an epidemiological study among children and adolescents in Brazil
Rubens Feferbaum, Luiz de Abreu, Claudio Leone
BMC Public Health 2012, 12:1005 (20 November 2012)
http://www.biomedcentral.com/1471-2458/12/1005

EcoDebate, 08/04/2013


O açúcar na internet




Obs: Os valores acima foram pesquisados por seus respectivos sites.  Prateleira Verde não aconselha tomar tais referências como base, mas se informar com o seu médico ou especialista, como nutricionista, endocrinologista, clínico geral, etc.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Campanha da ONU contra desperdício de alimentos tem adesão de hotéis brasileiros





Alana Gandra/ ViaTerra


Os hotéis sustentáveis do Brasil querem transformar o quanto antes em realidade a campanha global contra o desperdício de alimentos lançada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Uma das primeiras iniciativas já em curso destaca a compra de produtos regionais de pequenos agricultores para a elaboração de cardápios sustentáveis.

A hotelaria nacional foi representada na solenidade de lançamento da campanha da ONU, em Genebra, em janeiro passado, pelo presidente da Associação de Hotéis Roteiros de Charme, Helenio Waddington. A entidade reúne 59 hotéis e pousadas sustentáveis das cinco regiões brasileiras, em 16 estados e 51 destinos turísticos. Em entrevista Agência Brasil, Waddington ressaltou que a principal característica dos empreendimentos associados é aliar a qualidade do produto nacional à sustentabilidade. "Um sem o outro não funciona'.

Segundo Waddington, todo o processo de desenvolvimento sustentável se baseia no princípio da redução do desperdício de água, energia e alimentos. No caso do desperdício de alimentos, o processo vai desde o tratamento que é dado ao que sobra até como fazer com que sobre menos. Ele disse que, além de valorizar a separação do lixo e o tratamento orgânico das sobras, a associação pretende agora influir no processo. "É como se evita o desperdício".

O Pnuma está elaborando um manual para implantação em nível mundial com procedimentos e técnicas para orientar as equipes de cozinha a elaborar cardápios sustentáveis. "Na parte de cozinha sustentável, você começa com o menu. Cardápio sustentável é aquele que prioriza a compra de produtos regionais. Com isso, você promove o desenvolvimento sustentável daquela região e ajuda a promover o pequeno agricultor, o pequeno criador de galinhas. É a comida ecológica", disse Waddington.

A inclusão de produtos regionais nos cardápios dos hotéis evita perda de mercadorias transportadas, ao mesmo tempo que reduz o consumo de combustível e diminui a emissão de gás carbônico, por exemplo. A associação está empenhada agora em trabalhar para que as cozinhas dos estabelecimentos desperdicem o mínimo possível de alimentos. "Tudo que você tirar, tem que aproveitar".


Ele acredita que dentro de 60 dias a associação receberá o manual do Pnuma, para fazer as adaptações necessárias à realidade brasileira. Segundo Waddington, a implementação do manual no Brasil "é um projeto maior" que deverá ocorrer antes do segundo semestre e contará com apoio da ONU, "inclusive para a constituição do grupo de monitores".

Waddington pretende estabelecer também parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) para fazer o acompanhamento do processo, "que é muito caro". A associação trabalha com equipes de biólogos e de engenheiros ambientais que visitam os hotéis associados, que se encontram, em média, localizados a mil quilômetros da sede da entidade, que é o Rio de Janeiro. As equipes fazem o levantamento do impacto ambiental e do desperdício em todos os níveis.

Waddington disse que, diferentemente do que ocorre nos países do chamado primeiro mundo, no Brasil, assim como na América do Sul, 70% do projeto de redução do desperdício de alimentos é uma questão de educação. Cerca de 86% dos hotéis filiados à associação já adotam medidas para reduzir o desperdício de alimentos, transformando as sobras das refeições em produtos renováveis. A compostagem (reciclagem do lixo orgânico para produção de adubo) é uma dessas iniciativas.

"A nossa meta para 2015 é reduzir o desperdício a 5%", disse Waddington. A média de desperdício atual é inferior a 15%. O projeto está sendo iniciado nos nove hotéis da associação instalados no Rio de Janeiro. Em seguida, será replicado nos empreendimentos restantes. Waddington espera que a gastronomia como um todo, incluindo hotéis tradicionais, bares e restaurantes, possa aderir à campanha global da ONU e diminuir os níveis de desperdício de alimentos.

Ele destacou a necessidade de passar a imagem para o cliente de que o hotel ou restaurante está tentando evitar o desperdício, mas com o cuidado de preservar o direito do hóspede ou do cliente de ter um atendimento de qualidade. "Isso é muito importante".

Fundada em 1992, a Associação de Hotéis Roteiros de Charme ocupa a vice-presidência da Junta Diretiva dos Membros Afiliados, fórum empresarial da Organização Mundial do Turismo (OMT), organismo de turismo da ONU sediado em Madrid.


Agência Brasil

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Após uso, embalagem de alimentos se torna vaso compostável para plantas, outras, desaparecem


Equipe eCycle




Projeto do idealizador era reduzir o lixo de maneira inteligente

O designer Michal Marko teve uma ideia inusitada: “Criar uma embalagem que cause o menor impacto ambiental possível e ensinar a sociedade sobre materiais biodegradáveis, de uma maneira divertida”.

Isso se deu através do Disposable Food Bowl, uma espécie de prato feito de papel, material biodegradável, que pode ser utilizado como vaso após o uso. A ideia pode parecer confusa, mas é bastante simples.

Depois de consumir o alimento contido no interior da embalagem, o usuário deve seguir os seguintes passos:

1- Retirar a etiqueta e pegar as sementes nela presas:



2- Preencher o recipiente com terra e plantar as sementes:



3- Molhar a terra:



4- Esperar a planta crescer:



5- Colocar a planta no solo:



Curtiu? Saiba mais sobre o designer Michel Marko clicando aqui. Como o produto ainda não está à venda no Brasil, que tal aprender um pouco mais sobre compostagem?

Imagens: behance.net



Mais sobre embalagens pela equipe eCycle :


Embalagens que "desaparecem" junto com produto principal começam a virar realidade









Iniciativa pode ser resposta ao problema gerado pelo descarte de embalagens

Não seria ótimo se as embalagens dos produtos que compramos simplesmente desaparecessem? Apesar de muitas delas serem descartáveis, a quantidade de lixo que acabam gerando é enorme. Mas o impossível pode estar se tornando realidade, graças a uma ideia do estudante Aaron Mickelson.

O jovem designer iniciou o projeto Disappearig Package criando modelos de embalagens que fossem incorporadas aos próprios produtos, fazendo com que a embalagem seja usada ao mesmo tempo em que o próprio produto é usado.



Embalagem reutilizavel de saco de lixo

Algumas ideias podem ser vistas no site de Mickelson. Em uma delas, rolos de saco de lixo são embalados em um próprio saco de lixo, que já contém as informações impressas no próprio produto (lembrando que o ideal é compostar tudo o que for possível. O saco tem que ser utilizado apenas para embalar produtos que vão para reciclagem e, preferencialmente, deve ser reciclável ou compostável). Em outra, um sabonete vem dentro de uma embalagem que se dissolve ao entrar em contato com a água morna do chuveiro.




Embalagem de sabonete solúvel em água morna

E que tal sachês de chá que são utilizados como embalagens para os produtos? As possibilidades são grandes e se trata de uma boa ideia para reduzir resíduos sólidos. Quer contribuir também? Consulte os postos de reciclagem e de descarte próximos de você!



Sachês de chá

Imagens dos produtos: Disappearig Package

quarta-feira, 27 de março de 2013

Iniciativa de supermercados inibirá venda de carne procedente de área desmatada

Por Thais Leitão - Agência Brasil




O acordo prevê uma série de ações específicas para informar tanto pela internet como pela rede física dos estabelecimentos, a origem da carne adquirida. | Foto: Robyn Lee/Flickr

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) vai incentivar os estabelecimentos do setor a divulgar, no ponto de venda, a origem do produto bovino que ocupa suas prateleiras. Informará também, em seu portal na internet, as ações do governo e do Ministério Público Federal (MPF) para combater o comércio de carne proveniente de áreas desmatadas na Amazônia, de fazendas onde tenha sido constatado trabalho degradante ou invasão de terras públicas.

As medidas fazem parte de um termo de cooperação técnica, assinado na última segunda-feira (25), em Brasília, por representantes da Abras e do MPF. Segundo o procurador da República Daniel César Azeredo Avelino, coordenador do grupo de trabalho Amazônia Legal, trata-se de um passo importante para evitar que os supermercados brasileiros comprem carne bovina produzida em áreas com irregularidades ambientais e sociais.

“O consumidor vai ganhar muito, principalmente em transparência. O acordo prevê uma série de ações específicas para informar tanto pela internet como pela rede física dos estabelecimentos, a origem da carne adquirida”, disse.

“Por um lado, isso aumenta o controle [por parte do consumidor e dos órgãos públicos] e, por outro, fortalece o compromisso das lojas de banir das prateleiras itens de produtores que estejam descumprindo a legislação”, avaliou.

Avelino destacou que o termo de cooperação não define um prazo para a implementação das ações, mas ressaltou que as medidas devem começar a ser adotadas “em breve”, inicialmente pelos estabelecimentos de maior porte. “Vamos trabalhar para construir um modelo de ações factível, que possa ser replicado pelos negócios menores, mais adiante”, acrescentou.

A associação dos supermercados se comprometeu a orientar as empresas do setor supermercadista sobre práticas que ajudem a coibir o trabalho degradante na cadeia da carne, buscando sua erradicação; ampliem a redução do desmatamento e a recuperação de áreas desmatadas; apoiem os direitos indígenas, das populações tradicionais e de quilombolas; e combatam o abate clandestino.

De acordo com o MPF, o acordo amplia os resultados do Programa Municípios Verdes, lançado há dois anos, que reúne um pacote de incentivos aos proprietários rurais e aos municípios que se comprometerem a atuar pela regularização fundiária e ambiental no campo. Atualmente, 92 municípios estão vinculados ao programa.

Banco de Alimentos: busca o que sobra e entrega o que falta

ONG atua contra a fome e o desperdício




A ONG Banco de Alimentos, organização não governamental, foi fundada em abril de 1998 pela economista Luciana Chinaglia Quintão através de uma iniciativa civil e pioneira, tendo sua primeira arrecadação de alimentos em fevereiro de 1999.

Objetivo

Minimizar os efeitos da fome, através do combate ao desperdício de alimentos e promover educação e cidadania.

Missão

Ser modelo e multiplicador na luta pela conscientização da sociedade quanto a seu papel de protagonista na construção do desenvolvimento social, e fazer com que cada vez mais um número maior de pessoas tenham acesso a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente para uma alimentação saudável.

Visão

Todo ser humano é cocriador da realidade. Somos todos co-responsáveis por tudo que está à nossa volta, individual e coletivamente.

A iniciativa da ONG Banco de Alimentos representa a formação de um ciclo sustentável: Ao passo que são arrecadados excedentes de produção e comercialização, diminui-se o acúmulo de lixo orgânico e o desperdício de alimentos próprios para consumo, que complementarão a alimentação de milhares de pessoas em situação de risco alimentar e social. Há também desta forma um favorecimento à inclusão social destes indivíduos por meio de melhoria da saúde e estímulo ao desenvolvimento psicomotor. Isso porque, além de visarmos uma alimentação balanceada por meio de realização de ações profiláticas e educativas voltadas às comunidades atendidas, beneficiamos somente instituições que possuam em seu programa ações de inclusão social.

No entanto estas ações seriam insuficientes se o problema não for tratado em sua origem: ou seja, minimizando a cultura do desperdício e estimulando o não preconceito em relação às partes não convencionais dos alimentos (cascas, folhas, talos e sementes).

Trata-se de uma idéia única por ser sustentável em diversos aspectos, evolvendo questões de responsabilidade ambiental, social, econômica e nutricional.

Sobre a fundadora e presidente


Luciana C. Quintão – Presidente ONG Banco de Alimentos

Luciana Chinaglia Quintão nasceu no Rio de Janeiro, cursou economia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e é pós graduada pela Faculdade Federal do Rio de Janeiro, em administração. Dentro do período compreendido entre 1997 e 2004, estudou Antroposofia se formando em Biografia Humana.

Mudou-se para São Paulo em 1988. Em 1998, fundou a ONG Banco de Alimentos com seus recursos próprios. Em suas próprias palavras: “O meu trabalho nasceu pelas minhas experiências, vivências e observações que me levaram à consciência de que somos responsáveis por tudo que está à nossa volta. Somos nós mesmos que, através de nossos atos, criamos a realidade dentro da nossa casa, dentro dos nossos relacionamentos, da nossa comunidade, cidade, país, continente e planeta.

"Somos todos um, tudo e todos estão relacionados. Não se trata mais só de mim ou você ou daquele outro: é a humanidade como um todo que está em questão. Ninguém deve mais se abster de sua responsabilidade individual de procurar entender e agir em relação à sua parte no processo de construção do ser humano pleno, da preservação da natureza e da vida. No meu entender, estamos vivendo num limiar. É uma época de tomada de consciência. É a quantidade e a qualidade das pessoas que tomarem consciência que darão a chance ao mundo de subsistir em paz dentro de um planeta preservado.

Hoje em dia, não ter esta percepção já significa pactuar, mesmo que passivamente, com toda a destruição dos seres humanos e da natureza que vemos todos os dias. É uma questão de escolha, do amor pela vida”.


http://www.bancodealimentos.org.br/

terça-feira, 26 de março de 2013

Gallette: chocolates finos combinam luxo, criatividade e estilo de vida sustentável


A Gallette Chocolates acaba de ser inaugurada em São Paulo, trazendo bombons e chocolates finos elaborados com cacau de alta qualidade e recheios selecionados, tudo produzido de acordo com critérios socioambientais. Os chocolates da Gallette são elaborados artesanalmente, com os melhores ingredientes e em pequenos lotes, para assegurar o frescor e manter a qualidade e o sabor original. A marca é 100% comprometida com a redução das desigualdades sociais e com o desenvolvimento econômico sustentável.

A empreitada é uma iniciativa de Gislaine Gallette, engenheira com MBA em marketing, que nos últimos anos atuou como alta executiva do mercado financeiro, no primeiro banco brasileiro a levantar a bandeira da sustentabilidade. Sensível às questões do planeta e apaixonada por chocolate, lia e estudava sobre o assunto nas horas vagas. Fez alguns cursos no Brasil e resolveu se aperfeiçoar na Bélgica, de onde veio diretamente para abrir sua própria chocolateria.

Os bombons da Gallette são produzidos a partir de chocolates com certificação fair trade (comércio justo), de origem controlada (D.O.C) ou orgânicos, sempre com recheios cuidadosamente elaborados. Para a seleção de origem, por exemplo, são usados oito tipos de chocolates, de procedências como Java, Peru, Costa Rica e República Dominicana.

Ao todo, são mais de vinte sabores de bombons, divididos nas linhas vintage, etílicos, brasileirinhos e especiais. E como Gislaine adora criar surpresas, há sempre novidades, entre combinações delicadas ou exóticas. Os bombons de mel com lavanda, nozes e avelã; de roquefort; de gengibre e, ainda, de amêndoas com cereja e kirsh são alguns deliciosos exemplos. Outros destaques são: caramelo com pecan, mix de nuts, pistache (da linha vintage) e, também, banana, doce de leite, café, maracujá, goiabada, pé de moleque, paçoca, coco com baunilha (brasileirinhos); caipirinha, cerveja, vinho, bailey’s (etílicos); e ainda, morango com pimenta-rosa, laranja com mel e chá de frutas (especiais).

Na Gallette, cada cliente pode personalizar sua caixa e escolher sua seleção de sabores prediletos. Há caixas de dois, quatro, nove, dezesseis, 25 e 36 unidades - todas produzidas com 30% de papel reciclado e são 100% recicláveis. Tudo a ver com uma marca de chocolates finos que quer contribuir para um mundo mais doce e justo. 


Para a marca, saborear um bom chocolate é sempre uma experiência extremamente prazerosa para o paladar, correta para as pessoas e responsável para com o planeta 


Primeira empresa do mercado brasileiro a lançar uma linha de chocolates finos elaborada com chocolate com certificação fair trade (chocolate produzido segundo os preceitos do comercio justo), para a Gallette conhecer a procedência dos chocolates que se consome é uma questão que está no coração da marca. “É muito importante oferecer um chocolate bastante saboroso, feito com cacau de alta qualidade, e que apresentou respeito com as pessoas e com o meio ambiente em toda sua cadeia, desde a plantação até a comercialização, passando pela produção”, explica Gislaine Gallette, proprietária da marca. “É fazendo isso que podemos contribuir efetivamente para a inclusão social e para o desenvolvimento econômico e sustentável”.

Além disso, Gislaine aponta a importância de se adotar as melhores práticas para que não ocorra escassez de cacau no futuro. “Hoje sabemos que questões sociais e ambientais podem gerar impactos negativos sobre o desenvolvimento do cultivo do cacau ao longo das próximas décadas”, diz a chocolatière.


Sugestões para a Páscoa

Entre as opções para a Páscoa, ovos trufados, quarteto de ovos e coelhinhos, todos feitos em chocolate belga com certificação fair trade.

Outro diferencial são as caixas, que vêm com uma breve história sobre a tradição da Páscoa. “O objetivo é resgatar nas famílias a essência desta data tão comemorada”, diz Gislaine Gallette. 

Os ovos trufados estão disponíveis em quatro sabores: ao leite, amargo, maracujá e, ainda, mel com lavanda, nozes e avelã. Já o quarteto de ovos é sortido e vem nos sabores caramelo, chocolate ao leite, amargo e branco. E mais: o produto tem proposta sustentável, pois vem em um charmoso porta ovos que pode ser reutilizado após o consumo. Para completar, as embalagens da Gallette foram produzidas em material totalmente reciclável, causando o menor impacto ambiental possível.





Caixa com quatro ovos trufados em chocolate belga nos sabores caramelo, amargo, ao leite e branco. Com design diferenciado, a caixa vira um elegante porta ovos. Preço: R$ 58 (210 g).




Caixa com seis bombons decorados com coelhinhos no sabor de chocolate ao leite. Preço: R$ 26 (65g).




Ovos de chocolate belga ao leite, com cascas trufadas, que podem ser de ganache ao leite; maracujá; ou ainda; mel com lavanda, nozes e avelã. Todos vêm com bombons sortidos recheados de laranja com mel, maracujá, doce de leite e café, além de mel com lavanda, nozes e avelã.

Ovos de chocolate belga amargo trufado com 70% de cacau. Vêm com bombons de chocolate amargo recheados nos sabores banana, coco, pistache, café e chá de frutas, além de mini bombons maciços de chocolate amargo com 70% de cacau.

Confira os preços dos ovos, disponíveis em dois tamanhos:

*Ovo trufado no sabor maracujá. Preço: R$ 64 (340 g) e R$ 89 (640 g).

*Ovo trufado no sabor mel com lavanda, nozes e avelã. Preço: R$ 64 (340 g) e R$ 89 (640g).

*Ovo trufado ao leite. Preço: R$ 64 (340 g) e R$ 89 (640 g).

*Ovo trufado amargo. Preço: R$ 64 (340 g) e R$ 89 (640 g).






Coelhos de chocolate belga, nas versões ao leite e branco. Preço: R$ 19 (110g).


Os chocolates Gallette são comercializados na própria empresa, por encomenda, e também em cafés, lojas, mercados e empórios de produtos finos. Além disso, a marca aceita encomendas para eventos, elabora gifts corporativos e faz entregas em todo o Brasil. Para saber mais, acesse www.gallette.com.br

Opinião da autora desse blog:

Os chocolates Gallette são um bom exemplo da evolução da chocolataria gourmet nacional, nos últimos anos, especialmente no que se refere ao aperfeiçoamento e qualidade. Delicados, não deixam nada a desejar às melhores marcas do mercado internacional. Pelo contrário, com apenas um ano, a Gallette parece veterana. Cada bombom é uma verdadeira dose de prazer e sabor. Bom gosto também não falta à apresentação.

terça-feira, 19 de março de 2013

Novo aplicativo vai ajudar consumidores na hora de comprar peixe


Via Rádio ONU - Leda Letra, de Nova York.


FAO lança nesta terça-feira o "AppliFish", ferramenta gratuita que traz informações sobre mais de 550 espécies marinhas; ideia é incentivar escolha sustentável e consciente. Foto: FAO  

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, lança nesta terça-feira um aplicativo com informações de mais de 550 espécies marinhas.

A proposta do "AppliFish" é ajudar os consumidores na hora de escolher que peixe comprar. É possível saber, por exemplo, se o peixe escolhido está em risco; qual o tipo de habitat que ele vive e o nível de ameaça enfrentado pela espécie.

Proteção

A ideia é que os consumidores façam uma compra sustentável e consciente. A ferramenta também traz informações sobre nomes e tamanhos das espécies, mapas de distribuição, incluindo mudanças devido às mudanças climáticas.

Segundo a FAO, com o "AppliFish", as pessoas poderão comprar um peixe que não está ameaçado de extinção e assim, garantir que a espécie continue a existir pelas proximas gerações.

Exploração

A agência destaca que o consumo de peixe dobrou nos últimos 50 anos e que em 2009, 30% dos estoques mundiais de peixe foram superexplorados.

O aplicativo foi criado pela plataforma "i-Marine", formada por 13 institutos de pesquisa, universidades e organizações internacionais de três continentes.

Há ainda uma versão para a internet, com informações científicas adicionais para ajudar produtores e políticos a melhorar leis sobre o manejo e conservação dos recursos do mar.

Financiado pela União Europeia, o "AppliFish" está disponível, de graça, para aparelhos de celular com os sistemas iOS e Android.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Core Bamboo: produtos eco friendly para mesa e cozinha






Banana Hanger

Mantenha bananas frescas e atraentes com esse porta banana suspenso da Core Bamboo. Fabricado com 100% de bambu cultivado organicamente, este cabide de banana é uma maneira perfeita de manter a bancada limpa e ter fácil acesso à fruta.




Chefs Slicer

Perfeito para cortar frutas, legumes, carnes e muito mais. Fabricado com 100% de bambu cultivado organicamente, este fatiador vai cortar até mesmo a superfície mais resistente.

Confira mais produtos no site Core Bamboo